Comprometimento com os trabalhos do Cristo

O tempo tem feito milagres na maneira de pensar de cada um.

Não devemos deixar para o amanhã todos os compromissos do presente, posto que cada um de nós, quando encarnado, representa uma coletividade fraterna, a nossa família espiritual, que também sofre com nossas frustrações e decepções.

O nosso retorno ao plano físico é fruto de planejamento e preparação de muitos e não temos o direito de ignorar isso. Eu não posso dizer que segui essas palavras quando estive entre vocês e logo entenderão os meus motivos.

Vocês não me conhecem, pelo menos acho isso, e agora vou me apresentar. Durante minha última existência aí, me chamavam de Eduardo e, embora vivendo em família humilde, de gente que tem que trabalhar para comer, sempre tive toda a atenção de meus pais.

Ele, meu velho, era e é uma pessoa boa, mas confundia direitos com deveres e se omitia de ambos. Quando dei os primeiros sinais de que me encontrava batendo nas portas do vício, ele deixou de me advertir de forma mais enfática porque o alcoolismo também vivia dentro dele.

Minha mãe era e é muito amorosa. Depois que vim para o outro lado da vida, ela passou a sentir a minha presença em diversos momentos, mas pensava que eram saudades e não percebia que eu estava ali, chorando e pedindo perdão pelo que fiz comigo mesmo, até que avô me levou para tratamento médico. Existe isso aqui também. Ela não tinha o pulso firme e achava que eu iria gostar menos dela se me proibisse de trilhar o caminho que eu estava percorrendo. Ledo engano mamãe, mas não se preocupe, isso também se converteu em aprendizado para a senhora e para mim.

Não culpo ninguém pelo que ocorreu e vejo no espelho, todos os dias, o responsável pelas minhas agruras. Vou mudar e sei que vencerei mais essa.

Não cometi loucuras não, não se iludam. Só tomei uns porres, que foram o suficiente para que minha vida encontrasse fim no para-choque de um caminhão parado na rua. Não pude culpar nem o outro motorista, uma vez que não tinha ninguém ali. Antecipei meu retorno, ao mundo dos espíritos, em 70 anos. Isso mesmo, nada fiz em vida porque vim para cá muito antes do planejado.

A espiritualidade foi a culpada?

Amigos meus, quem bebeu fui eu, quem dirigiu bêbado fui eu e na hora de dar o nome aos bois vou atribuir a coisa toda a algum companheiro invisível?

Claro que não, mas hoje sei que o meu carro estava cheio de gente que bebia comigo, sem que eu soubesse.

Mas a culpa foi desses companheiros espirituais ou de um jovem que brincou com a própria vida, confundindo liberdade com irresponsabilidade?

Aprendi a não culpar os outros e devo isso aos meus pais.

Quantos estão na mesma situação que eu me encontrava? Um monte de gente e o pior é que culpam os outros…sempre os outros.

Tudo isso que narrei ocorreu há anos e o que mais me arrependo é que aqui conheci aquelas que seriam minhas maiores parceiras, minhas filhas amadas. Elas me receberam com um amor e carinho que fazia com que a dor aumentasse ainda mais no meu estado. Enquanto a gente está cego, tudo bem, mas quando passa a entender as coisas, a dor bate com força.

Vocês acham que não dói ser amparado por aquelas que eu receberia como filhas? É difícil, mas superei.

No início, antes de ter consciência do desencarne, eu seguia minha mãe e meu pai até as atividades mediúnicas. Eles não eram verdadeiramente espírito, mas na hora que a coisa aperta, todos correm para algum lado. Eles procuravam conforto e eu não entendia o que ocorria. Lá eu me acalmava um pouco.

Vocês não sabem quantas vezes fui levado ao Centro Espírita em estado de choque.

Com os meses se passando, fui sendo preparado e encaminhado pelo meu avô para um hospital especializado no tratamento de jovens que sofreram morte abrupta e foi aí que descobri que não estava mais entre os “vivos”. Mais da metade daqueles que conheci no hospital tinha problemas com álcool e outras drogas. Era muito feio aquele estado de coisas.

Embora atenciosos comigo, quando o tratamento envolvia a participação de atividades junto dos encarnados logo percebia que o discurso acabava mudando.

Muita gente aí só vai para a casa espírita por obrigação, como se fosse ficar sem os dedos, mas sem vontade alguma também. Vai por que tem medo de não ir. Cara, é triste a coisa. Estão lá com a cabeça na festa, no sexo, no futebol, nas intrigas e nos desejos que são evidentes para aqueles que estão junto de nós, aqui desse lado.

Não é raro que nossos instrutores nos levem a outras igrejas ou templos, espíritas ou não, quando percebem que o sentido da vaidade fala mais alto no coração do médium do que a vontade de ajudar. Ficar perto dessas pessoas piora ainda mais a nossa fragilidade naquela hora. É muito ruim, por isso nos levam para outros lugares.

Mas o que posso eu falar? Nada. Não fiz eu pior com meu corpo?

Alguns dos amigos que estão trabalhando na casa espírita soltam da base da cabeça e das costas uma massa escurecida que meu instrutor, o padre Tomás (em realidade o amigo se refere ao frei Tomás), disse ser o ódio e a vaidade líquida. Sempre dou risada quando ele fala isso. Sei que aquilo não é líquido, mas parece escorrer e em alguns momentos se concentra na garganta do sujeito ou desce até as virilhas ou abdômen. O padre me disse que nos primeiros é fruto da maledicência, nos outros, do abuso do sexo ou da gula.

O bom padreco, muito bacana por sinal, diz sempre que aquele amigo fala muito mal dos outros, enquanto o outro parceiro trai a esposa com outra trabalhadora da casa cristã e estava pensando nos momentos de intimidade, mesmo sentado junto à mesa dos trabalhos. Os espíritos têm de isolar esses pobres coitados para que não atrapalhem tudo. Os dois acham que estão fazendo um favor à causa espírita, sentando à mesa e doando suas energias…

E que energias…

Tem muita gente boa também trabalhando e o bom padreco fala sempre que Deus só quer que tenhamos boa vontade, o resto vem por acréscimo.

Dói muito saber que eu reencarnei da última vez, mas continuei dormindo. Só peço a vocês que não me julguem um coitado, por que seria injusto atribuir os meus erros ao destino. Tem gente que vence sofrendo uma barbaridade e eu sempre tive tudo que precisei.

Talvez eu tenha plantado esse destino na minha frente, mas de qualquer forma, pude acordar desse lado da vida. Não passei anos e anos mumificado, em estado de zumbi, como acontece com tantos que desencarnam sem muita noção da morte e do espírito.

E aqueles que estão vivos no corpo e perdem todas as oportunidades que a vida dá? Não estão eles em situação pior?

Não quero com isso estimular a irresponsabilidade que me levou a perder o corpo físico, mas apenas colocar que a maioria dos verdadeiros mortos ainda respira e se alimenta entre vocês, no plano de vocês. Eles não são obsessores ou espíritos presos aí, mas sim encarnados que vivem como mortos. Inertes e entregues à correnteza.

Ignoram tudo que acontece em suas vidas, todos os avisos, todas as súplicas de seus amigos e amados, como eu mesmo fiz. Para eles, “sempre há tempo”, “deixa disso” e “eu chego lá, mais cedo ou mais tarde”, mas o futuro pode ser abreviado em décadas por um para-choque de caminhão, poste de concreto ou uma bala perdida.

Por muito tempo senti as dores de minha mãezinha, mas foi meu pai, que por falta de alguma fé, se entregou primeiro. Seguindo suas tendências, a bebida não larga mais de suas mãos e está fazendo um estrago danado. O padre disse que está ajudando-o, mas não pode fazer o que cabe ao meu pai e que cada um tem que fazer tudo que pode para seguir em frente, mas sinto que parte dessa loucura que o velho tem passado é remorso. Sei que o padre tem razão.

Já conversamos muitas vezes, eu e meu pai, mas não estou em condições de ajudá-lo. Mostrei a ele que a culpa pelo que ocorreu é toda minha, mas coração de pai não sabe onde termina a sua responsabilidade e começa a do filho. É mais difícil para ele do que para mim. As enfermeiras daqui estão tratando dele quando ele adormece, por pedido nosso.

Não posso ficar muito tempo perto dele, porque ainda não tenho paz no coração, mas Deus é misericórdia, justiça e compaixão e sei que poderemos ajudá-lo mais, em breve.

Temos obrigações sim. Aqueles que não gostam de se ver diante de um mundo de deveres de todos os tipos, que aproveitem a estada que essa vida oferece aí, mas acho que deveriam trabalhar mais para superar essa preguiça danada, porque aqui, no retorno, a coisa pega e a turma acaba sempre colocando todos os pontos sobre a mesa, com toda educação por sinal, e é melhor que seja assim mesmo, para impedir que continuemos iludidos sobre o que somos.

Para encerrar, eu gostaria de dizer que a “vida na morte” é a continuação do que vivíamos aí, mas aqui ninguém irá endossar os sonhos tolos que criamos ou as desculpas que criamos. Aquele que apenas bate nas nossas costas e diz “sim” merece atenção redobrada. Alertar é mais difícil e só quem se importa com a gente faz isso.

A dedicação é a mãe do comprometimento, como diz o padre, e a dor é a órfã de ambos.

Não deixem morrer os sonhos que vocês nutriam aí, trabalhem para concretizá-los.

 Médium: Elerson Gaetti
Autoria: Eduardo
data: 25 de dezembro de 2012

Segunda mensagem psicográfica sobre o tema

“O tempo tem feito milagres na maneira de pensar de cada um”, disse nosso querido irmão. Essas palavras não jazem desconexas no fundo de algum baú, para serem analisadas tal qual uma cápsula do tempo, mas constituem um resumo do que observamos na psique humana e sua interação com a vida, presente sublime de Deus.

No presente, após séculos da pressão esmagadora de crenças que criminalizavam nossos deslizes e fraquezas na ascensão evolutiva, tudo passou a ser interpretado como natural e aceitável, passível de considerações. O lícito foi flexibilizado, misturando-se, de forma promíscua, com os desejos não declarados de todos nós. O sentimento de culpa, que maculava a consciência, de forma opressiva, foi substituído pela noção equivocada e distorcida do “tudo me é permitido”. Um erro grave substituiu outro, gerando doenças de todos os tipos.

Quando estamos na crosta, essas ideias de que tudo podemos desde que com parcimônia, traz algumas vantagens, pois permite o crescimento e o amadurecimento de nossas faculdades e pontos de vista, mas representa uma concessão do tempo, que há de cobrar o que nos foi dado. Temos um prazo para concretizar nosso planejamento reencarnatório e essa postura de “deixar vir” ou “deixar a correnteza levar” tem o inconveniente de que, em mentes frágeis, leva a uma postura de comodismo, de total indiferença com a vida. Na ausência do cabresto religioso, tão lesivo, somos lesados pela nossa falta de coragem em realizar o que nós mesmos propusemos aos que nos afiançaram a reencarnação. Estancamos, imóveis, diante dos desafios que urgem.

Muitos jovens abraçam alguns princípios da Doutrina dos Espíritos, exatamente em função da modernidade desses princípios, mas se esquecem de todos os outros elementos que os chamam do sono letárgico em que se encontram. Lutamos contra a culpa que oprime, e isso é justo, mas lembremo-nos da responsabilidade individual e intransferível na construção de nossas vidas.

O equilíbrio em nossas atitudes não é e jamais será motivo para coroar a inércia de tantos.

Quando o desencarne nos liberta das amarras mais densas, olhamos ao nosso redor e não entendemos a tristeza que se esboça no espelho de nossa alma.

 Vencemos, não vencemos? Fui uma pessoa boa, não fui?

Sempre somos tratados com todo carinho, uma vez que os já libertos sabem das dificuldades que as ilusões terrenas produzem naqueles que se mantêm no sono espiritual. Eles nos apoiam e estimulam o aprendizado. Retornamos aos estudos; nossas famílias nos envolvem com amor e reiniciamos o trabalho e novos afazeres se apresentam. Com os dias, meses e anos, as saudades terrenas se transformam e a compreensão passa a ditar novas sensações e ideias, que se dilatam exponencialmente.

Nesse ponto descobrimos que, dentro de cada um de nós, existe outro ser, amordaçado e que quer falar. Ele precisa falar, desobstruir a garganta, gritar que está vivo, porque nós o ignoramos por muito tempo. A voz da consciência brada em nosso íntimo.

Dia a dia, o auxílio que recebemos de nossos amigos, dos dois lados da vida, se revela. Os padrões de nossos atos e pensamentos, que poderiam ser considerados caóticos, agora evidenciam todo o comprometimento da espiritualidade em prover o suporte que necessitávamos no plano físico e que negligenciamos em prol de uma pseudoliberdade. Começam a aparecer lembranças de coisas que deveríamos ter feito, de amigos e companheiros que pretendíamos auxiliar e nada fizemos. De tudo que foi investido em nós, pouco ou nada se concretizou. Lágrimas brotam e nossos amados sabem o que elas significam. Naquele momento nos reencontramos com o “eu” e as máscaras caem.

A tristeza pelo desperdício de tantas oportunidades úteis se impõe e pouco podemos fazer por aqueles que sofrem, além de palavras amigas e apresentar a filosofia do Cristo Senhor, que consola e explica os infortúnios que nós mesmos colocamos em nossa jornada.

A vida que já envergamos na Terra deve ser compreendida como uma oportunidade santa que nos foi confiada por misericórdia divina. Somos espíritos profundamente endividados perante a nossa própria consciência, de forma que os pouquíssimos missionários se perdem, numericamente falando, em um oceano de companheiros que padecem da necessidade premente de se fazerem úteis à humanidade que eles mesmos lesaram, com seus atos ou com sua indiferença e inércia, com a finalidade de justificar a própria existência em um corpo material.

Buscam o ventre materno como tentativa derradeira de se perdoarem pela inoperância e inobservância das leis divinas em sua última existência. As boas intenções são sempre endossadas por aqueles que nos amam e esses são muitos, como também numerosos são aqueles que, tendo sido prejudicados por nosso modo de ser, não nos olham com os olhos da compaixão e clamam vingança.

A esses pobres “ricos” irmãos, que desperdiçam o tempo precioso tentando atribuir aos outros a miséria que os mantêm presos aos vales de dor e sofrimento, devo confessar que, para se libertarem dali, terão de encarar a realidade, do contrário, sofrerão e a corrigenda fará o seu serviço de prepará-los para o retorno. O homem novo surgirá da nossa vontade em crescer e da renúncia das nossas más tendências. Trabalhemos nisso sem gerar culpa ou remorso.

Meus queridos, a vida, principalmente na juventude do corpo físico, apresenta condições plenas para o amadurecimento de todas as nossas potencialidades. O conhecimento nos é fornecido durante o período de vigília e a sabedoria nos é apresentada por todos aqueles que dividem os nossos anseios, nos momentos de emancipação da alma, nos desdobramentos do sono.

Porém, o homem encarnado não é escravo dessas forças que o amparam na jornada no plano físico, mas deve se lembrar do papel que pretendia executar no retorno à Terra. Nada substitui a boa vontade e o comprometimento com o trabalho e ninguém pode forçar o trabalhador a executar suas atividades com esmero, embora ele tenha de reconhecer que seu pagamento será dado segundo a doutrina cristã, onde a cobrança será proporcional ao que lhe foi investido. É o peso da responsabilidade.

O chamado do Cordeiro de Deus para o trabalho é intransferível e direto. Você é o escolhido. Jesus falou ao seu coração.

Como Deus, nosso Criador, solicitou ao Cristo que viesse aos homens para nos trazer Suas palavras de redenção, hoje é o Ungido que solicita a você que faça a sua parte e o faça com amor. Trabalhando você vai crescer e será o maior beneficiário de tudo.

Jesus não nos desampara e sempre renova seu chamado amoroso e firme ao trabalho. Ao abraçarmos esse chamamento vibrante, devemos deixar de lado as mazelas e os impedimentos de toda ordem, como Ele já havia demonstrado no evangelho, libertando-nos de nossa natureza ainda tão imperfeita.

Entreguemo-nos ao Senhor de coração aberto e alma limpa. Façamos de nossos atos e palavras o antídoto para as dores do mundo e de nossa consciência faltosa.

O jovem Eduardo, que se utilizou do medianeiro antes dessas palavras, é um menino muito querido por todos nós. Espírito de grande sensatez, morreu para a carne em acidente automobilístico após alguns copos de bebida alcoólica e o que mais o perturbou, no seu retorno ao mundo espiritual, foi contemplar o que ele deixara de concretizar em vida, em função do seu desencarne precoce. Deveria constituir família, com três belas meninas esperando a oportunidade de tê-lo como pai amado, onde iriam apoiá-lo em sua longa jornada de médium profundamente inspirado e que deveria divulgar a Doutrina dos Espíritos no seio de outras igrejas cristãs. Nada fez quanto a isso e muita dor sente por isso. Hoje ele tem consciência do quanto recebeu e do pouco que pôde retribuir aos que tanto o ajudaram.

Esses amigos invisíveis somente pediam para que ele não viesse a beber e deixasse para trás o passado de dependência ao álcool. Ele não escutou as muitas advertências. Foi levado inúmeras vezes, em desdobramento, para Alvorada Nova, sua casa maior, onde seus amigos espirituais mostravam os caminhos mais dignos a seguir e, mesmo assim, não foi capaz de vencer a imprevidência que assalta a vida de tantos jovens. E no presente essa problemática é ainda mais grave do que quando ele retornou ao mundo espiritual.

Essa falta de comprometimento com a própria vida não se limita aos jovens e tampouco aos que não conseguem se manter distantes da sedução da vida mais fácil e do prazer a qualquer preço. Os trabalhadores de nossa seara cristã também sofrem desses males.

As considerações que o jovem Eduardo fez sobre o atendimento em nossas casas de oração são reais. Dirigentes espíritas que se tornam escravos do seu ego ou instrumentos de discórdia, além de padres, pastores e outros sacerdotes que têm a palavra divina na ponta da língua, mas distantes do coração. Pregam, mas não praticam.

É essa falta de comprometimento com o próprio ser que cria as maiores dificuldades e dramas após o desencarne. Dormitam e desorientam os filhos de Deus e esperam o regresso cheio de glórias de uma vida destinada a saciar as suas fantasias, vítimas de obsessores que em tudo se assemelham a eles mesmos e que, por afinidade fluídica, não se separam em hipótese alguma.

Sim meus amigos, a maioria dos médiuns padece de obsessões tenebrosas, movidas pelo seu passado faltoso e alimentadas pelo orgulho e falta de modéstia.

Nós encaminhamos os espíritos sofredores e revoltados para as casas de reeducação espiritual não apenas para auxiliá-los, mas também para permitir que médiuns psicofônicos, psicográficos, esclarecedores e de suporte despertem para sua realidade pessoal. Quem sabe se, escutando as palavras e gemidos de dor alheios, eles despertam para a vida que ainda possuem aí… Esse é o nosso desejo.

Os braços abertos do Cristo nos esperam. Levantem-se de suas poltronas confortáveis e doem um pouco de seu tempo e do conhecimento que lhes foi transferido. Usem-no em prol de vocês mesmos, auxiliando com sorriso nos lábios aqueles que procuram seu apoio no trabalho, na Igreja ou no Centro Espírita. Não podem existir “personagens” diferentes dentro de vocês, onde o bom pai reside também deve se existir alguém se esperando em ser um bom companheiro, patrão ou empregado. Tudo é obra de Deus e Ele quer que cuidemos de Seus filhos menores.

Assim, sejamos amigos, pais, filhos, mestres e aprendizes cientes de nossa relação com o Criador, traduzindo boa vontade, uma vez que ainda temos tão pouco de nós mesmos a oferecer e a doar.

A mente aberta para aprender mais e mais e o coração limpo para auxiliar. Esse é o segredo da felicidade. Só isso basta para que trabalhemos com o Cordeiro de Deus nesse mundo tão conturbado.

Jesus é amor e esperança, que abrem as portas e nos conclamam à mudança.

Que o manto sagrado de Maria, nossa mãe, cubra a todos com sua luz.

Esqueçamos as dores da ociosidade e passemos à ação.

Médium: Elerson Gaetti
Autoria: Frei Tomás
data: 26 de dezembro de 2012

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