A Nova Geração: A visão Espírita sobre as crianças índigo e cristal.

Desde os anos 70, aproximadamente, psicólogos, psicoterapeutas e pedagogos começaram a notar a presença de uma geração estranha, muito peculiar.

Tratava-se de crianças rebeldes, hiperativas que foram imediatamente catalogadas como crianças patologicamente necessitadas de apoio médico. Mais tarde, com as observações de outros psicólogos chegou-se à conclusão de que se trata de uma nova geração. Uma geração espiritual e especial, para este momento de grande transição de mundo de provas e de expiações que irá alcançar o nível de mundo de regeneração.

As crianças índigo são assim chamadas porque possuem uma aura na tonalidade azul, aquela tonalidade índigo dos blue jeans (Dra. Nancy Ann Tape).


O índigo é uma planta da Índia (indigofera tinctoria), da qual se extrai essa coloração que se aplicava em calças e hoje nas roupas em geral. Essas crianças índigo sempre apresentam um comportamento sui generis.

Desde cedo demonstram estar conscientes de que pertencem a uma geração especial. São crianças portadoras de alto nível de inteligência, e que, posteriormente, foram classificadas em quatro grupos: artistas, humanistas, conceituais e interdimensionais ou trans-dimensionais.

As crianças cristal são aquelas que apresentam uma aura alvinitente, razão pela qual passaram a ser denominadas dessa maneira.

A partir dos anos 80, ei-las reencarnando-se em massa, o que tem exigido uma necessária mudança de padrões metodológicos na pedagogia, uma nova psicoterapia a fim de serem atendidas, desde que serão as continuadoras do desenvolvimento intelecto-moral da Humanidade.

* A criança índigo tem absoluta consciência daquilo que está fazendo, é rebelde por temperamento, não fica em fila, não é capaz de permanecer sentada durante um determinado período, não teme ameaças…

Não é possível com essas crianças fazermos certos tipos de chantagem. É necessário dialogar, falar com naturalidade, conviver e amá-las.

* As Crianças Cristal representam a próxima etapa no processo evolutivo da humanidade, elas são simplesmente colocadas, na próxima geração das Crianças Índigo.
Mas onde as Crianças Índigo vieram para derrubar as velhas estruturas, sistemas e padrões, as Crianças Cristal vieram para nos mostrar um novo e melhor modo de ser.

Elas vieram para começar o processo de renovação e de reconstrução, depois que as Crianças Índigo vieram para desmantelar e remover modos velhos e limitantes de pensamento e de ser.
Elas nos mostrarão um modo de viver que incorpora somente a alegria, o amor, a paz e a harmonia.

Elas vieram para nos mostrar como viver de nossos corações e não de nossas cabeças, elas estão aqui para nos ajudar a reconectar com nossas emoções e a viver a vida a partir desta perspectiva.

-Divaldo Franco-

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3 respostas para A Nova Geração: A visão Espírita sobre as crianças índigo e cristal.

  1. yohanna disse:

    Achei essa reportagem sensacional. Muito interessante, explicativa…..acho que descreve com correção as nossas crianças de hoje.

  2. Não se pode negar que uma nova geração está por vir. Mas, acreditamos que se deva aceitar, com reservas, a classificação de “Crianças Índigo” ou “Crianças Cristal”. Todo espírito que evolui apresenta, por conseguinte, uma evolução nos corpos que o constituem e, consequentemente, em sua aura. Espíritos de alta evolução reencarnam na Terra há muito tempo, com missões de alavancar o progresso da humanidade e, não seria demais lembrar Mozart, na área da música, Madre Teresa de Calcutá, na área do Humanismo, Albert Einstein, na área da Ciência, Mahatma Gandhi, Siddhartha Gautama (o Buda), na área religiosa e filosófica e tantos outros luminares da evolução, que vieram para nos mostrar caminhos. No entanto, ver crianças hiperativas e até mal-educadas como evoluídas, cremos ser algo que mereça reflexão. O que temos, modernamente, são as “Crianças dos Dedos Ativos”, ou seja, que ficam o dia todo enviando e recebendo mensagens digitais instantâneas, por meio de seus evoluídos Smartphones, IPhones, e etc., mas que são incapazes de manter um diálogo verdadeiro olhando nos olhos de seus interlocutores. Nossas crianças “evoluídas” se escondem atrás de uma tela e acreditam que isso é comunicação com o mundo exterior. Será? Não estamos educando nossas crianças a educarem a si mesmas. A controlarem seus impulsos e conhecer seus próprios sentimentos. Já dizia Sócrates há mais de 2.000 anos: “Conhece-te a ti mesmo”. Isso seria evolução. Estamos fazendo isso? Reflitamos, por favor.

  3. miqueias disse:

    bom arquivo escrito

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