Fisiologia da alma

Nenhum acontecimento na vida criado por Deus é de natureza punitiva! A tuberculose, ou qualquer outra doença, como um produto da descida dos venenos psíquicos acumulados pela alma nos seus momentos “pecaminosos”, manifesta-se tão virulenta ou suave nos seus sintomas patogênicos conforme seja a resistência orgânica hereditária, do paciente.
A própria Medicina distingue e classifica os tipos humanos em suas diversas tendências, vulnerabilidades e resistência congênitas, conforme os seus fatores anatômicos e fisiológicos. Há os indivíduos de propensão tuberculínea, diabética, reumatóide, sifllítica ou apoplética, assim como também os biótipos sangüíneos, nervosos, linfáticos, fosfóricos, carbônicos, hipertireóidicos ou hipotireóidicos. Em conseqüência, a carga fluídica enfermiça, que baixa do perispírito para a carne do homem, também produz a moléstia em perfeita afinidade e coesão com todos os fatores inerentes a cada tipo humano.
O mesmo tipo de fluido danoso “descido” do perispírito para o corpo carnal, e que se acumula de preferência na região cardiopulmonar, modifica-se na sua ação deletéria quando flui por entre individuos que diferem entre si na sua resistência biológica. Em alguns seres os venenos psíquicos podem produzir a arritmia cardíaca, a miocardite, a doença azul, a angina ou enfarte; mas, atuando noutros, embora na mesma região torácica, causam a bronquite, a asma brônquica ou a gripe crônica, a pleurisia ou pneumonia. E nas criaturas de ascendência hereditária mais débil o mesmo miasma pode estabelecer o terreno eletivo para a tuberculose, porquanto se torna ótimo alimento para a coletividade microbiana do bacilo de Koch.
Por isso, um indivíduo curado de tuberculose aos 40 anos de idade, quando ainda lhes restavam 20 anos de vida física para a purgação total do veneno do seu perispírito, tanto poderá sofrer um novo surto de tuberculose na sua próxima encarnação, como ser vítima de qualquer outra moléstia semelhante na zona cardiopulmonar. Tudo dependerá, na realidade, do novo tipo biológico de organismo em que ele venha a se encarnar no futuro, e da maior ou menor qualidade dos seus ascendentes hereditários.

Livro: Fisiologia da Alma-Ramatis/Psicografado por Hercilio Maes

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