Obsessão e carma

Autor: Joseph Gleber

O Espiritismo Cristão é uma das mais novas e empolgantes correntes do universo espiritualista. Com sua vertente religiosa, filosófica e científica, baseada na caridade e na responsabilidade pessoal, entendemos que o homem é herdeiro de si mesmo. Nada mais real e, ao mesmo tempo, difícil de ser compreendido do que essa condição. Por essa doutrina verifica-se que hoje colhemos o passado e plantamos o futuro. O mal ou o bem que nos envolvem são frutos de nossas escolhas pretéritas, de forma que no presente trabalhamos para mudar nossas tendências de características menos nobres, semeando um amanhã mais livre.

Ao longo dos últimos milênios, com o desenvolvimento da propriedade pessoal e da cultura da prosperidade e do poder, o homem teve sua jornada acelerada no campo das artes e da ciência, enquanto as relações humanas se transformaram, criando condições para a profunda desigualdade de oportunidades e a estruturação de vastos impérios militares e econômicos. Naquele momento, esses elementos eram importantes, pois representavam a transição de toda uma era. Não quero dizer com isso que a cobiça é inevitável ou que o verbo “ter” se mostre incompatível com o verbo “ser”, mas nos primeiros passos dessa humanidade ainda tão imperfeita era difícil estabelecer o que de fato precisávamos para o nosso conforto e aquilo que se tornaria uma causa de desequilíbrios. Com o tempo, o limite entre esses pontos foram se tornando cada vez mais indistintos e o homem só passou a valorizar o lado espiritual na medida em que o caos se instalou em sua sociedade materialista, consequência de sua imaturidade e perda de referência.

Esse homem passou a buscar o conforto acima de tudo, movido pelo medo, pelo egoísmo. Esse sentimento ególatra era a força motriz de grandes calamidades coletivas, mas estava presente em grande parte das pessoas que viviam nessas comunidades em estruturação. O apego ao “meu” tornou-se uma epidemia que exacerbava as diferenças e os extremos. Se no começo da história humana o apego ao “eu” era importante para que os indivíduos pudessem sobreviver e cumprir seu papel, agora essas mesmas tendências representavam a origem de grande parte dos problemas de origem espiritual, posto que choques de interesses entre os seres humanos eram (e são) frequentes.

Mas mesmo o egoísmo é uma etapa a ser superada, indispensável ao nascimento do amor verdadeiro. Esse sentimento de amor extremo a si mesmo evolui lentamente, criando condições para o amor em direção aos membros da família e do clã. Essa longa transição é marcada por todo tipo de sentimento conflitante: o novo homem encara as atitudes do antigo, em processo de modificação, e se cobra, gerando atitudes dúbias, hesitações e culpa. As virtudes da caridade e do amor irrestrito ainda não fincaram raiz em seu psiquismo, mas o processo já dá seus primeiros frutos.

Nessa evolução contínua, primeiramente o ser aprende a amar a si mesmo, depois àqueles com o qual mantém relações e, por fim, fruto do reconhecimento que a morte não existe e que a vida continua depois da perda do veiculo físico, passamos a nos ver em nossos irmãos e esse sentimento se torna cada vez mais intenso, a ponto de atingirmos o amor irrestrito descrito por Jesus. A Doutrina dos Espíritos, com sua ênfase na caridade e sua estrutura reencarnacionista muito podem contribuir para abreviar a transição do homem que ama somente a si mesmo para aquele que se sente um parte de um todo muito mais amplo. As obsessões são os frutos dessa transformação profunda que ainda não se completou e devem ser encaradas com tranquilidade, sem alarde. Erramos por milênios e muitos milênios também serão gastos auxiliando aqueles que agredimos e doutrinando a nossa própria alma.

Com a globalização dos valores e dos métodos de produção, o novo homem emergiu mais forte das turbulências, mas ignorava, por completo, a relação entre seu mundo e o invisível. Meus irmãos foram adquirindo notável aprendizado e os arquivos mentais de numerosas gerações foram sendo enriquecidos continuamente ao longo de suas muitas jornadas reencarnatórias. Essa postura acabava distorcendo os valores naturais e as leis da criação, com o desenvolvimento tecnológico se avolumando diante de um acanhado crescimento ético e moral. Tamanha perda do equilíbrio não poderia se manter indefinidamente e, no âmbito pessoal e coletivo, a cobrança por uma mudança passa a se manifestar, cada vez de forma mais pungente. Esse é o despertar, que a todos atinge.

O primeiro contato com esse universo invisível se faz através dos espíritos familiares, guardiões das tradições do povo e fonte de orientações para os consulentes que procuravam as médiuns familiares ou do clã. A fé no auxílio dos mesmos elevou alguns desses espíritos ancestrais à categoria de deuses locais, líderes de segmentos determinados das sociedades tribais onde seus seguidores estavam inseridos. Alguns desses espíritos foram os modelos para o desenvolvimento das visões dos antigos deuses da antiguidade clássica, com defeitos e virtudes bastante humanos. Após a morte física, o paraíso para os justos e o sofrimento temporário para aqueles que erraram pesadamente era o destino mais certo segundo o conceito da a maioria dos povos da bacia do Mediterrâneo e do mundo antigo.

Esses deuses eram caprichosos, orgulhosos e erravam em seus julgamentos. Foi no Extremo Oriente, além do vale do rio Indo e Ganges e na Grécia, que as primeiras visões reencarnacionistas sobre a natureza da vida e do espírito foram feitas. Ideias muito semelhantes às apresentadas a Kardec podem ser observadas nessas tradições antigas, evidenciando a profunda e constante interação entre o mundo visível e o mundo dos espíritos.

Entre esses deuses mais irados e coléricos destacava-se Yahweh ou Elohim, nomes que foram atribuídos ao deus de Abrahão, que se tornou o embrião da forma que passamos a ver a deidade. Escrevo essas linhas com o mais profundo respeito aos eventos e personagens citados, mas foi apenas com Moisés que a imagem de um Deus justo e bom se apresenta ao mundo ocidental. Até então e por mil anos ainda, a imagem que os hebreus tinham de Deus era a de um ser que criava privilégios e estabelecia contatos com alguns eleitos, ora estimulando determinadas posturas, ora culpando severamente aqueles que as seguiam. O mesmo Deus que abominava o homicídio destruía cidades em função do pecado de seus habitantes? Incoerente.

Por isso logo percebemos que as tradições dos povos antigos tinha enorme dificuldade para lidar com a mensagem libertária que viria séculos depois com Jesus. Para os antigos, a misericórdia e a tolerância não eram características valorizáveis em uma figura divina, sendo propriedade dos fracos. Os deuses romanos e gregos eram soberbos em seus atributos e a eles se unia a figura de Yaweh, o senhor dos exércitos. Toda essa distorção se dava pela dificuldade do homem compreender que Deus, a inteligência primeva, o Não-Criado, Eterno e Infinito em todos os seus atributos, escapava de nossa modesta compreensão. Muitos aspectos foram acrescentados à figura do Criador para coloca-lo lado a lado com os deuses guerreiros pagãos e isso fazia parte da evolução natural da fé e da compreensão da relação do homem com o Eterno. Assim, não podemos culpar os antigos pelas distorções que criaram na imagem de Deus, posto que viam-No como um de nós, mas com atributos superlativos. Esse mesmo deus absolvia ou culpava as pessoas de crimes e imputava penas eternas, algo muito diferente do que Jesus nos ensinou por meio do Pai Nosso, que nos mostrou um Pai, em todos os sentidos, que ensinava o amor e a responsabilidade aos Seus filhos, pelo universo afora, por meio de seus prelados maiores, como o nazareno.

Por meio de Jesus, o espírito mais sublime que já adentrou a psicosfera terrena ou que encarnou entre nós, pudemos vivenciar o evangelho. Jesus, representante do Alto, mostrava que o Deus de amor e misericórdia transformara todos os antigos textos de regras e proibições em dois mandamentos resumidos por “amar a Deus sobre todas as coisas e ao próximo como a ti mesmo”. As palavras de Jesus sobre o amor, o reino de Deus, a justiça e a misericórdia, tolerância e caridade, traduziam o advento de novos tempos para a criatura humana na Terra.

Na medida em que a razão passou a fluir nas consciências desses companheiros, seus compromissos com a evolução exigiam uma mudança da postura egoística e solicitavam uma alteração do caminho escolhido.

Surge, aos poucos, a consciência de que o Criador espera algo diferente. Jesus exemplifica, de forma clara, a mensagem do Pai e, milênios após sua crucificação, os humanos sentem a necessidade de rever conceitos e posturas, cada um com seu ritmo e intensidade. Verifica-se que não é a riqueza que escraviza, mas o uso que dela fazemos e nosso apego ao mundo material. Para sanar essas crises, deveríamos trabalhar o nosso modo de ver o mundo para conseguir sorrir diante das menores coisas e sentir a força de nossos companheiros e amigos que se fazem presentes nos momentos de maior necessidade, na condição de encarnados e, mais frequentemente, desencarnados. Era esse Deus maravilhoso e indescritível que semeava a ideia de que somos os artífices de nossas alegrias ou sofrimentos, por meio do jugo diário.

As obsidiados e seus obsessores deixavam de ser encarados com vítimas e algozes, respectivamente. Nesse drama, somos, ao mesmo tempo, as duas condições.

O advento da Doutrina dos Espíritos, redigida por muitas mãos e organizadas sob a tenaz vontade de Kardec, aprofundava significativamente o parco entendimento que o homem tinha de suas origens espirituais e de seu destino evolutivo. A Doutrina abria caminhos variados para a compreensão do relacionamento do homem e o Criador, dando novos sentidos às palavras “harmonia” e “equilíbrio”. A compreensão dos mecanismos envolvidos nessa lei passou a ditar a maneira com que os espíritas e outros grupos reencarnacionistas encaravam as faltas pessoais e suas consequências.

As leis divinas estabelecem uma harmonia profunda e muito além de nossa modesta capacidade de compreensão em termos de ética e moral. Esse equilíbrio é profundo, embora dinâmico, e quando algo ocorre no sentido de tentar distorcê-lo ou ignorá-lo, a própria lei determina que o sistema reaja e mantenha a plenitude da harmonia universal, mesmo em âmbito microscópico. Assim, nada fica incólume ou em desarmonia para sempre e é a base da lei de evolução.

A lei que rege a condição do equilíbrio é a lei cármica, ou lei de Ação, enquanto que a lei que garante a eterna manutenção do sistema é a lei de Reação. Ambas estão profundamente interligadas, tanto no aspecto pessoal, coletivo, filosófico, quanto científico. A toda ação capaz de ferir a relação entre os seres e o universo, distorcendo a harmonia, tem-se uma reação que garante a restauração do equilíbrio. Dissemos acima que essa condição é dinâmica, mas também é imutável no longo prazo. Isso é incoerente? Não, de forma alguma.

O equilíbrio é dinâmico porque gera modificações em função de agressões perpetradas contra os elementos do sistema, mas no longo prazo, a lei de reação atua SEMPRE trazendo-o de volta à harmonia. O mal não fere essas leis, mas deriva da incompreensão momentânea das mesmas pelos agentes que já desenvolveram o livre-arbítrio, os espíritos, encarnados ou não. O que diferencia o ser humano de outras formas de vida no universo, independentemente da forma física reinante em um planeta, é que, associadas às leis de ação e reação, temos consciência desses atos, de forma que tudo que fazemos para colaborar para o restabelecimento da harmonia conta a nosso favor, enquanto o carma negativo se avoluma quando nos afastamos dessa trilha segura da evolução.

Quando agredimos, atentamos contra a condição do próximo ou de nós mesmos, acumulamos débitos nas nossas contas espirituais ou cármicas.  Como consequência, o próprio universo, por meio de seus infinitos agentes, atua sobre os autores da desarmonia e os compele ao aprendizado, por meio de corrigendas de intensidade e duração comparáveis aos danos provocados. Vejam, o objetivo não é penalizar o agressor, mas restaurar o estado de harmonia, pelo aprendizado daqueles que, por falta de compreensão, atentaram contra ela, reconduzindo o filho que se perdeu e está trilhando um caminho insustentável. A lei é repleta de medidas e orientações preventivas. Essa reação objetiva estimular a educação e o aprendizado, daí a igreja cristã colocar que o amor e as boas atitudes podem cobrir uma multidão de pecados[1].

Os efeitos das atitudes orgulhosas, egocêntricas e preconceituosas são sempre sentidos inicialmente nos corpos espirituais, que são mais sutis e sofrem mais rapidamente os efeitos do adensamento vibratório provocado por essas atitudes. Tanto o duplo etéreo quando o psicossoma (ou perispírito) recebem energias sutis do ambiente exterior, oriundas do fluído cósmico universal, que são distribuídas aos diversos sistemas dos corpos espirituais e em direção ao corpo físico, através dos centros ou vórtices energéticos, também chamados de chacras no duplo etéreo. Essas estruturas interligam os corpos, colaborando para a manutenção da integridade energética do ser. Nesse intrincado mecanismo, as ações danosas e irresponsáveis inserem desarmonias e bloqueiam o fluxo energético nos corpos espirituais.

Nessa situação, sem a proteção desses fluxos contínuos de energias sutis, as células perispirituais começam a sofrer alterações em sua fisiologia, algo semelhante aos processos degenerativos no corpo físico, em consequência da densidade das energias que as envolvem, diretamente proporcionais ao carma pessoal. Quanto mais profundas forem as desarmonias produzidas ou semeadas por um irmão, mais pronunciado será o adensamento vibratório e o efeito dessa nova condição sobre a homeostase dos corpos espirituais. Sem essa livre circulação de energias dos planos sutis, o espírito passa a ser capturado por uma ciranda de energias pesadas, oriundas da atmosfera espiritual do planeta e do plano vibratório em que ele habita. Sob a influência de tais bloqueios energéticos, o desequilíbrio se mantém firme e presente, atingindo a intimidade do corpo físico horas, dias ou anos depois de ser gerado.

O carma determina o sentido das transformações, por apontar o caminho. Ao indicar a dor e sofrimento, indica a necessidade de tomarmos outro sentido. Peço-lhes, com isso, que se preocupem com a mudança interior e não se importem tanto com o que fizeram ou deixaram de fazer ou ser nas existências pretéritas. Os guias e mentores não podem, em condições normais, descortinar essas vivências, tampouco viver a atual jornada por vocês, de forma que nosso amanhã depende de como trabalhamos as nossas falhas hoje.

A queda vibratória e os danos aos órgãos perispirituais e físicos também são acompanhados da aproximação de antigos desafetos, que sentem a presença da vítima, que emana vibrações de culpa e remorso. Essas energias são consideradas inebriantes pelos vampiros espirituais. Essa tendência à auto-punição da vítima de obsessão facilita a aproximação de seus adversários, ao mesmo tempo em que incapacita o indivíduo parasitado para mudanças que permitiriam a modificação do seu panorama fluídico e de seus vínculos de passado. Muitos obsessores admitem que a aproximação a alguém que se sente culpado e, portanto, autoriza a agressão, é muito mais fácil do que iniciar o processo por meio da influenciação mental.

A obsessão não é causada pelo carma, mas aquele que semeia a tempestade acaba por ser colhido por ela. Os débitos devem ser quitados, mas não existe a imposição do sofrimento ligado aos processos obsessivos. No final todos entenderão que o obsessor de ontem é o colaborador de hoje e o nossos adversários do presente estarão de mãos dadas conosco nas jornadas futuras, como irmãos, o que dá outra conotação, muito mais abrangente, ao “amai-vos uns aos outros.”


[1]Nota do autor encarnado: conforme a Primeira Epístola de Pedro, capitulo 4, versículo 8.

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Uma resposta para Obsessão e carma

  1. Wilson disse:

    O Livre arbítrio
    O Livre arbítrio é a liberdade moral que o ser humano tem para praticar o bem ou o mal, não existem fatalidades morais na vida do Espírito.
    Nenhum espírito se reencarna no mundo terra ou plano material, para ser fraco, covarde,derrotado,viciado,malandro, picareta, corrupto, bandido.
    Não existe predestinação para o mal.
    O Espírito se reencarna no plano terreno é para VENCER as suas imperfeições morais e Evoluir, pela sua luta e esforço pessoal.
    O mal não é obra de Deus e nem fatalidade cega do Destino.
    O mal é obra do próprio homem, que usa seu livre arbítrio de forma errada, a pessoa se entrega as suas imperfeições morais e as influencias negativas da matéria, e passa a cometer erros, vícios e faltas.
    O nosso DEVER é lutar contra as nossas imperfeições morais e contra as influencias negativas da matéria, para podermos crescer espiritualmente e Evoluir.

    Ninguém está PREDESTINADO para o fracasso, para a derrota, para os vícios, para os crimes, para a corrupção, estamos no mundo Terra é para lutar e Vencer, é para Brilhar a nossa Luz.
    A Evolução é Obra nossa, temos que Construir essa Evolução mediante o nosso aprimoramento Moral e Intelectual. O mesmo tempo e energia que gastamos para fazer o mal, podemos usar para fazer o Bem, é uma questão de livre arbítrio e não de Destino traçado.
    Repetimos, não existe predestinação para o fracasso moral.
    Nenhum Espírito se reencarna no mundo terra para ser um derrotado na vida moral e material.
    Nós somos DONOS da nossa mente, do nosso pensamento, do nosso sentimento e da nossa atitude, portanto, somos DONOS do nosso destino e da nossa Evolução.
    Livre arbítrio é a liberdade que eu tenho para pensar, sentir e agir.
    Portanto o Bem ou o mal quem Constrói sou eu e não o Destino, a vitoria ou a derrota quem Constrói sou eu, a Virtude ou o Vicio que constrói sou eu, Luz ou a escuridão quem escolhe sou eu, ser forte ou ser fraco quem escolhe sou eu, subir ou cair quem escolhe sou eu, um Destino de paz ou de sofrimento, quem constrói sou eu.
    Eu sou DONO de mim mesmo, isso é Livre ábitrio, liberdade para eu Construir ou destruir ou se destruir.
    Deus não criou nenhum Espirito fraco, derrotado, covarde, doente, picareta, viciado, malandro, bandido, corrupto.
    Deus não criou o mal, nem a miséria, nem as guerras, nem os crimes, nem o sofrimento, nem as enfermidades, nem as favelas, nem a exploração, nem o racismo, tudo isso é obra das enfermidades morais do homem, ou seja, o mal uso do Livre arbítrio, o cenário social e político do mundo é Obra dos homens, nós plantamos e depois colhemos.
    Quem planta pimenta vai colher pimenta.
    Quem planta morangos vai colher morangos.
    Essa é a Lei, não para punir, mais para reajustar ou disciplinar os espíritos faltosos.
    Tudo isso se resume no uso do Livre arbítrio.

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